
Idealizado na gestão do então prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, o atual festival ‘#Sou Manaus Passo a Paço’ cresceu, ganhou projeção e passou a fazer parte da identidade cultural da capital amazonense.
Candiato a deputado federal pçelo MDB número 1545, Virgílio lembra que na sua primeira edição, em maio de 2015, o evento reuniu 32 mil pessoas no entorno do Paço da Liberdade. Segundoe ele, a proposta era ocupar o Centro Histórico com cultura, gastronomia e entretenimento, aproximando novamente a população do local onde a cidade nasceu.
Com crescimento expressivo, em 2019, o festival reuniu 63.493 pessoas em apenas uma noite, ocupando uma área de mais de 45 mil metros quadrados com música, gastronomia, intervenções artísticas e outras manifestações culturais, Virgílio que buscar parcerias para ir mais além do que ele atualmente representa para a cidade.
Hoje com mais de 500 mil pessoas de público nos três dias, segundo divulgado nesta terça-feira (8) pelo atual prefeito Renato Junior, a programação ocupou diferentes espaços reunindo artistas locais e nacionais em mais diversos palcos.
Para Virgílio, o crescimento do festival comprova que a cultura pode ser uma importante ferramenta de desenvolvimento econômico, turismo, geração de emprego e valorização da identidade amazonense.
“Quando criamos o Passo a Paço, a nossa intenção era muito maior do que realizar um evento. Queríamos devolver o Centro de Manaus ao povo, fazer as pessoas voltarem a ocupar aquele espaço e mostrar que cultura também gera emprego, renda e turismo. Hoje, olhar para o tamanho que o Passo a Paço alcançou é motivo de orgulho”, afirma Arthur.
Desde 2019, o festival integra oficialmente o Calendário de Eventos da cidade, por meio da Lei Municipal nº 2.526. Na ocasião, Arthur classificou o evento como uma espécie de “Rock in Rio da Amazônia”, destacando a presença de atrações internacionais, nacionais e locais e o impacto na cultura e no turismo.
Candidato a deputado federal, Arthur afirma que pretende utilizar sua experiência política e sua capacidade de articulação em Brasília para buscar recursos, parcerias e mecanismos de incentivo que possam contribuir para o fortalecimento do festival.
A proposta é ampliar a estrutura, valorizar ainda mais os artistas amazonenses, atrair grandes atrações nacionais e internacionais e fortalecer a cadeia econômica movimentada pelo evento, que envolve cultura, gastronomia, comércio, hotelaria, transporte e serviços.
“Eu quero fazer em Brasília aquilo que sempre fiz quando tive responsabilidade pública: abrir portas para Manaus. Se ajudei a criar o Passo a Paço, quero agora ajudar a fazê-lo crescer. Quero buscar recursos e parcerias para que ele possa ser cada vez maior, gerar mais oportunidades para os nossos artistas e colocar Manaus definitivamente no circuito dos grandes festivais do Brasil”, destaca.
Para Arthur, o Passo a Paço é também um exemplo de que políticas públicas bem planejadas podem transformar a relação da população com a cidade.
“O Centro Histórico não pode ser apenas um lugar por onde as pessoas passam. Ele precisa ser um lugar onde as pessoas vivem, celebram, trabalham e reconhecem a sua própria história”, finaliza.


