Reunião na Suframa definiu reforço de equipes federais, uso de aeronaves das Forças Armadas e assistência humanitária a comunidades afetadas pela estiagem

O combate aos incêndios florestais no Amazonas terá reforço de brigadistas, agentes da Força Nacional e apoio aéreo das Forças Armadas. As medidas foram definidas neste domingo (18), durante reunião entre representantes de órgãos federais e do Governo do Estado, na sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), para ampliar a resposta às queimadas e aos impactos da estiagem.
O encontro, realizado uma semana após a primeira reunião na Autarquia, estabeleceu o reforço das equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A Força Nacional de Segurança Pública também deverá apoiar as operações em conjunto com as equipes locais.
O planejamento prevê aeronaves das Forças Armadas para transportar equipes, monitorar áreas atingidas e auxiliar no combate a incêndios em locais de difícil acesso por terra. A Defesa Civil Nacional deverá ampliar o suporte humanitário às comunidades afetadas no interior do estado.
Também foram alinhadas ações integradas de fiscalização para combater queimadas não autorizadas e desmatamento ilegal. As operações incluem integração de salas de situação e envio de equipamentos de proteção individual, bombas portáteis e suprimentos às bases operacionais.
Como parte da articulação, a Suframa disponibilizou espaço e infraestrutura em sua sede para apoiar as atividades administrativas e operacionais da Defesa Civil Nacional no Amazonas.
A reunião também abordou os incêndios registrados na área do Distrito Industrial de Manaus. Órgãos ambientais e de segurança pública atuaram nas ocorrências e na apuração de possíveis infrações. A Suframa informou ainda que realiza análises técnicas sobre projetos industriais aprovados e cessões de áreas para avaliar providências legais relacionadas à destinação dos terrenos.


