
Carlos Alberto Torres, capitão da seleção brasileira na conquista da Copa do Mundo de 1970, completaria 82 anos nesta sexta-feira (17). Considerado um dos maiores laterais da história do futebol, o ex-jogador morreu em 25 de outubro de 2016, aos 72 anos, vítima de um infarto.

Nascido no Rio de Janeiro, Carlos Alberto foi revelado pelo Fluminense e construiu uma carreira marcada por títulos e atuações históricas. Entre 1965 e 1974, defendeu o Santos, onde formou uma das equipes mais fortes da época ao lado de Pelé. Em 1971, teve uma breve passagem pelo Botafogo.
De volta ao Fluminense, integrou a histórica “Máquina Tricolor”, conquistando os Campeonatos Cariocas de 1975 e 1976 ao lado de nomes como Rivellino, Doval e Carlos Alberto Pintinho.
Assim como Pelé, também atuou no futebol dos Estados Unidos, defendendo o New York Cosmos e o California Surf. Encerrou a carreira como jogador em 1982, pelo Cosmos.
Como treinador, conquistou o Campeonato Brasileiro de 1983 com o Flamengo e o Campeonato Carioca de 1984 pelo Fluminense. Em 1993, também comandou o Botafogo na conquista da Copa Conmebol. Seu último trabalho foi no Paysandu, em 2005.
O legado de Carlos Alberto Torres também seguiu na família. Seu filho, Alexandre Torres, atuou profissionalmente por clubes como Fluminense, Vasco e Nagoya Grampus, do Japão.
Lembrado pelo histórico gol na final da Copa do Mundo de 1970 e pela liderança dentro de campo, Carlos Alberto Torres permanece como um dos maiores ídolos da história do futebol brasileiro.


