Bandeira tarifária de energia será verde a partir de 16 de abril, diz ministério

O governo federal decidiu antecipar o fim da bandeira de Escassez Hídrica nas contas de luz, crianda durante a crise do ano passado, e que representava um impacto de R$14,20 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. O anúncio foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais ontem (6).
Ainda de acordo com o presidente e do Ministério de Minas e Energia a redução passa a contar a partir do dia 16 deste mês passa a valer a bandeira tarifária verde na conta de energia.
“Com a manutenção das atuais condições de chuva, a perspectiva é de bandeira verde até o final do ano”, informou o ministério em nota.
Atualmente, a bandeira tarifária em vigor é a crise hídrica, criada em setembro 2021 para compensar o aumento do custo de geração por conta da grave crise hídrica que o país enfrentava à época, que abrigou o acionamento de termelétricas.
Na época, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a tarifa extra de R$ 14,20 a cada 100 kWh nas contas de energia valeria até o mês de abril de 2022.
Bandeiras tarifárias
A bandeira verde aparece na conta de luz quando não há condições desfavoráveis para a geração de energia. Com isso, não há nenhum acréscimo para o consumidor na tarifa.
Já a bandeira amarela sinaliza que algumas condições que encarecem a geração de energia começaram a aparecer. Com isso, a tarifa passa a ter um acréscimo de R$ 1,874 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) que for consumido no mês.
A bandeira vermelha sinaliza uma piora nas condições de geração de energia. O patamar 1 da bandeira representa um acréscimo de R$ 3,971 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido. Já o patamar 2 representa um acréscimo de R$ 9,492 para cada 100 quilowatt-hora.
A Bandeira Escassez Hídrica, adotada no ano passado, representa uma cobrança de R$ 14,20 a mais para cada 100 quilowatt-hora consumidos.


