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Fiscalização do Procon-AM conclui que preço alto do cimento é devido a estiagem

Custo médio do material de construção volta a cair, mas já está faltando  cimento - JCAM 4.0

O Instituto de Defesa do Consumidor do Amazonas (Procon/AM) divulgou nota nesta terça-feira (5) informando que os altos preços do cimento praticados no no comércio do estado ocorre devido a falta de matéria-prima para a fabricação do produto provocada pela seca dos rios.

Em alguns municípios do interior o preço praticado pelos comerciantes chegam a $ 87,00. Em Manacapuru, a 80 km por estrada de Manaus, ontem (5) o saco era vendido por R$ 75,00.

O cimento sumiu das lojas de material de construção e quem ainda tem estoque do produto limitam a três sacos de 42,5 kg. O preço médio da saca, antes da escassez, era de R$ 55 a R$ 65,00, em outubro.

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“O Instituto de Defesa do Consumidor do Amazonas (Procon-AM) vem a público informar sobre a recente fiscalização realizada na fábrica de cimento e nas revendedoras na capital do estado”, disse o órgão no comunicado assinado pelo diretor-presidente da entidade, Jalil Fraxe Campos.

Segundo ele, “durante a inspeção, constatou-se que a fábrica tem enfrentado dificuldades no fornecimento devido à escassez de insumos, o que resultou em uma oferta reduzida para os revendedores”.

Essa escassez tem impactado diretamente os preços do cimento no comércio local e provocado um um aumento significativo. “Os revendedores, ao adquirirem quantidades limitadas, têm repassado esses custos às lojas, gerando um aumento sequencial nos preços ao longo da cadeia de distribuição”, informa o Procon-AM.

“Reconhecemos que essa situação tem gerado preocupação para os consumidores, uma vez que os preços elevados afetam diretamente o acesso a esse material essencial para a construção”, diz.

O Procon/AM finaliza o comunicado reafirmando o seu compromisso em acompanhar de perto a situação e, “caso necessário, adotará as medidas adequadas para resolver a questão, garantindo um mercado equilibrado e acessível para todos os consumidores”.

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