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IBGE: Produção industrial do Amazonas cresceu 2,1%

A produção industrial do Amazonas registrou um aumento de 2,1% ao longo dos doze meses de 2023. É o que mostra a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quinta-feira (8/2).

A variação acumulada no ano colocou o Estado na oitava posição no ranking nacional. As Unidades da Federação com melhores desempenhos foram Rio Grande do Norte (13,4%), Espírito Santo (11,1%), Goiás (6,1%). Os piores resultados foram do Ceará (-4,9%), Maranhão (-4,8%) e Rio Grande do Sul (-4,7%).

Para o superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, este crescimento ocorreu em função da tradicional pujança, crescimento e o que “temos de estabilidade em meio a tantas dificuldades’, ressaltando os trabalhos executados pelo Conselho de Administração da Suframa (CAS).

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“Vivendo todas as dificuldades, sempre foi entre 30 e 35 projetos de ampliação e diversificação aprovados no ano passado. Além de que as empresas se mantiveram aqui por acreditarem no trabalho da nossa bancada (no debate da Reforma Tributária) e, neste ano, será um crescimento ainda maior“, analisou.

Produção industrial em dezembro surpreendeu

Na comparação entre novembro e dezembro, a pesquisa do IBGE também mostrou que houve um aumento expressivo de 7.4% na produção, o que deixou o Estado em segundo lugar no ranking nacional de produção industrial, perdendo apenas para Pernambuco (11,6%).

O resultado foi 6,3 pontos percentuais maior que o nacional (1,1%). Já em relação ao mesmo mês do ano anterior, houve queda de -1,5%.

Setores com mais destaque na produção industrial

Nas seções e atividades industriais do Amazonas, a variação acumulada no ano, alcançou bons resultados, em dezembro com a fabricação de bebidas (21,9%); na de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (16,8%), e em fabricação de outros equipamentos de transporte (34,2%).

Os piores resultados ficaram com a fabricação de coque (espécie de combustível), de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (-30,8%) e com a fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-20,8%).

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