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Manaus enfrenta “Verão Amazônico” e árvores ajudam a amenizar temperaturas

Com temperaturas até 10°C superiores às de áreas preservadas, a capital amazonense sente os impactos da baixa arborização; novos empreendimentos imobiliários apostam em grandes reservas verdes para mitigar as ilhas de calor

A chegada de mais um “Verão Amazônico” traz de volta o desafio das extremas temperaturas urbanas para os moradores de Manaus. Caracterizado por dias ensolarados e escassez de chuvas, o período expõe um problema crônico da capital: a escassez de arborização, cenário que favorece a formação de intensas “ilhas de calor” — onde o acúmulo de asfalto e concreto faz os termômetros registrarem temperaturas até 10°C acima das observadas em zonas de floresta nativa.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Amazonas figura entre os estados com menor índice de arborização urbana do país, registrando apenas 44,6%. O percentual coloca o estado ao lado de marcas baixas como as de Sergipe (38,6%), Santa Catarina (41%) e Acre (42,1%), enquanto Mato Grosso do Sul lidera o ranking nacional isolado, com 92,5%.

Aposta na vegetação nativa e bem-estar

Diante desse gargalo ambiental e de infraestrutura, iniciativas da iniciativa privada vêm buscando harmonizar o adensamento urbano com a preservação de recursos naturais. Na Zona Norte da cidade, no bairro Lago Azul, o empreendimento Smart Gran Park, assinado pela Smart Empreendimentos, destaca-se por integrar mais de 100 mil metros quadrados de área verde preservada e a conservação de igarapés locais em sua planta.

Especialistas e estudos de saúde pública apontam que a presença da vegetação nativa em áreas urbanas não só reduz a temperatura média, como melhora drasticamente a qualidade do ar e estimula a rotina ao ar livre. Em contrapartida, longos períodos de confinamento em ambientes fechados e artificiais tendem a elevar os níveis de ansiedade e prejudicar o sono.

Além do paisagismo voltado ao descanso e às atividades físicas, o bairro planejado dispõe de infraestrutura completa, incluindo vias amplas e asfaltadas, rede de esgotamento sanitário, drenagem, abastecimento de água e iluminação pública.

Gestão comunitária e sustentabilidade

Para garantir a conservação do patrimônio natural e da infraestrutura entregue, o projeto prevê a implementação de uma Associação de Moradores. A entidade será responsável por administrar as áreas comuns, mediar regras de convivência e organizar a manutenção do espaço.

A proposta de gestão compartilhada visa mitigar problemas frequentes em loteamentos urbanos, tais como o descarte irregular de resíduos sólidos, a degradação do patrimônio público e a ocupação indevida de APPs (Áreas de Preservação Permanente), incentivando a consciência ambiental coletiva quanto à conservação dos igarapés.

Presente em mais de dez estados brasileiros e com um histórico de mais de 22 mil unidades habitacionais entregues, a Smart Empreendimentos reforça que a conservação ambiental e a responsabilidade social são eixos centrais no desenvolvimento de seus projetos imobiliários.

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