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Manaus usará drone para monitorar praças históricas e atualizar decreto

Dando prosseguimento aos trabalhos de monitoramento, vistoria e atualização de fichas cadastrais de imóveis históricos e de interesse de preservação, a Prefeitura de Manaus vai utilizar imagens de drone, a partir da próxima semana, para catalogar as 10 praças e 11 armazéns de porto, visando a atualização do decreto municipal 7.176/2004, com trabalhos de vistoria técnica de unidades históricas do Centro.

Os trabalhos terão apoio da Gerência de Informação de Geoprocessamento (GIG), dando suporte às vistorias realizadas pela Gerência de Patrimônio Histórico (GPH) do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb).

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As imagens captadas por drones serão georreferenciadas, gerando uma série de fotos e vídeos, produzindo levantamento topográfico, planialtimétrico, além de fotogrametria das praças e armazéns.

O conjunto que passa por vistoria está listado no decreto que estabelece o setor especial das unidades de interesse de preservação no Centro Histórico, e as edificações e lotes passam por inventário realizado pela equipe de Patrimônio Histórico (GPH) do Implurb.

“O monitoramento é um trabalho de acompanhamento das unidades e atualização dos cadastros para saber as condições em que elas se encontram. A finalidade do monitoramento é saber como os imóveis estão sendo usados, se está tendo alguma degradação, se está abandonado, se ainda continua com o mesmo uso. E a população pode ajudar dando informações, especialmente sobre imóveis no Centro Antigo, que estão abandonados ou em degradação, ou sendo alvo de vandalismo e depredação, ligando para o 3625-6577, do GPH”, explicou a gerente do setor, a arquiteta e urbanista Landa Bernardo.

O monitoramento envolve as edificações da lista, com verificação in loco dos imóveis; situação e condição do bem, se está em uso, abandonado ou em depredação; adequação de publicidade; e atualização da ficha de cadastro. Também em campo, os arquitetos e técnicos do Implurb vão verificar possíveis danos aos prédios, casarões e similares, assim como se ocorreram alterações no patrimônio ou obras irregulares.

“O monitoramento ainda é importante para confirmar o estágio de abandono, quando ocorrer, se vem sofrendo invasão para serem usados de forma inadequada, como moradia insalubre, por exemplo”, disse Landa Bernardo.

A arquiteta ressalta a importância dos moradores do Centro manterem seus imóveis bens conservados e com manutenção, especialmente os que fazem parte da listagem do Centro Antigo. As unidades particulares são de responsabilidade de seus proprietários.

A Gerência de Patrimônio (GPH) tem atendimento presencial às segundas, quartas e sextas, das 8h às 11h, mas denúncias e informações podem ser encaminhadas pelo telefone (92) 3625-6577, de segunda a sexta, no mesmo horário.

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