Plantadas em 2013 por determinação do então prefeito, 315 árvores transformaram a paisagem de uma das principais avenidas da capital

Os ipês que todos os anos transformam a Avenida Djalma Batista durante o período de floração fazem parte de uma iniciativa de arborização urbana determinada pelo então prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto.
Em junho de 2013, foram plantadas 315 mudas de ipê branco em toda a extensão do canteiro central da avenida. Desde o início do projeto, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), realizou ações de manutenção como adubação complementar, irrigação, retutoramento, reposição de mudas e podas de condução. Segundo registro oficial da Prefeitura, essas ações foram realizadas por determinação de Arthur, com o objetivo de consolidar o corredor verde da Djalma Batista.
A primeira floração dos ipês ocorreu em 2015 e, no ano seguinte, as árvores já apresentavam uma floração mais intensa, chamando a atenção de quem passava pela avenida. A partir daí, o corredor de ipês passou a fazer parte da paisagem e da memória dos manauaras.
A iniciativa também integrou uma política mais ampla de arborização da capital. Em 2016, Arthur Virgílio Neto lançou o Programa Arboriza Manaus, que ampliou o plantio de árvores em diferentes áreas da cidade. Na própria Djalma Batista, o programa levou mais de 700 mudas de pau-pretinho aos passeios públicos dos dois lados da avenida e também passou a plantar ipês em outros logradouros de Manaus.
Em 2018, ao comentar a transformação da avenida, Arthur destacou a revitalização da Djalma Batista e a valorização do paisagismo como parte de uma proposta de tornar Manaus “mais verde, mais urbana e mais sustentável”.
Mais de uma década depois do plantio, os ipês continuam cumprindo o papel para o qual foram pensados: integrar arborização, paisagismo e qualidade ambiental ao cotidiano de uma das principais vias da capital amazonense.
Para Arthur Virgílio Neto, candidato a deputado federal pelo MDB, número 1545, a experiência mostra que o planejamento urbano também pode deixar marcas permanentes na cidade.
“Os ipês da Djalma Batista são um exemplo de que uma decisão tomada pensando no futuro pode transformar a cidade. Hoje, essas árvores fazem parte da paisagem e da memória de Manaus. É uma obra que não se mede apenas pelo que se vê, mas pelo legado que fica para as próximas gerações”, afirma Arthur.
Arthur Virgílio Neto – 1545
Experiência para representar. Coragem para defender.


