Operação nacional contra pedofilia cumpre mandados de busca e apreensão em Manaus

Ação, que é realizada em 26 estados e no Distrito Federal, apura crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.

A 4ª fase da Operação Luz na Infância, deflagrada pela Polícia Civil nesta quinta-feira (28), em 26 estados e no Distrito Federal, expediu para todo o país, 266 mandados de busca e apreensão e, até agora, 50 pessoas já haviam sido presas.

A operação apura crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet, além de armazenamento, compartilhamento e produção de pornografia infantil.

Manaus é uma das capitais onde mandados estão sendo cumpridos a

A Polícia Civil do Amazonas atua, nesta quinta-feira (28), em uma operação de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes na internet. Em Manaus, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão durante esta 4ª fase da Operação Luz na Infância.

Logo no início desta manhã, um técnico de informática, que ainda não teve nome ou idade divulgados, foi preso em sua casa. Ele foi encaminhado à Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).

Na mesma especializada, estão outros dois homens que eram alvos da operação. Um é um engenheiro mecânico e o outro está desempregado. Os dois tiveram equipamentos eletrônicos apreendidos que serão analisados pela perícia.

“Temos um preso (o consultor de informática) e outros dois estão aqui na qualidade de suspeitos. Os outros dois, assim que a perícia chegar, vai analisar as maquinas e nós vamos definir se são em flagrante. Apreendemos todos os computadores deles”, disse a delegada titular da Depca, Joyce Coelho.

Alvos em Manaus

  • Técnico de informática preso em flagrante em um condomínio na Avenida Torquato Tapajós, Zona Centro-Sul.
  • Engenheiro mecânico levado à delegacia e com equipamentos sob posse da perícia.
  • Um desempregado também está na delegacia e com equipamentos sob posse da perícia.

Investigação

Os alvos foram identificados pela equipe do Laboratório de Inteligência Cibernética da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça, com base em informações coletadas na internet.

O conteúdo foi repassado às Polícias Civis, para apuração das Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e de Repressão a Crimes Informáticos. Após a apuração, as delegacias instauraram inquéritos e solicitaram as buscas à Justiça.

Para a operação, foram analisados 237 mil arquivos, um volume de 710 GB de dados.

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