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Pesquisa: Segurança e saúde têm pior avaliação no Governo Lula

As áreas de segurança pública e saúde despontam com as piores avaliações do Governo Lula, de acordo com dados divulgados pelo Datafolha neste sábado (15). No outro espectro, o combate à fome e à miséria tem a melhor avaliação, segundo o instituto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O terceiro mandato de Lula se saiu pior na Segurança Pública para 16% dos entrevistados, enquanto saúde registra 15%, seguido por economia e combate à corrupção empatados, com 13%.

Área que o governo se saiu pior

  • Segurança pública: 16%
  • Saúde: 15%
  • Economia: 13%
  • Combate à corrupção: 13%
  • Educação: 5%
  • Combate ao desemprego: 3%
  • Meio ambiente e mudanças climáticas: 3%
  • Relações exteriores: 2%
  • Ciências e tecnologia: 1%
  • Direitos Humanos: 1%
  • Cultura: 1%
  • Habitação: 1%
  • Igualdade Racial: 1%
  • Povos Indígenas: 1%
  • Nenhuma: 5%
  • Não sabe: 7%
  • Todas: 6%

Ao avaliar o que a gestão se saiu melhor, 13% consideram o combate à fome e à miséria melhor resultado, seguido por combate ao desemprego e educação (10%), e saúde e igualdade racial na sequência (6%).

Área que o governo se saiu melhor

  • Combate à fome e à miséria: 13%
  • Combate ao desemprego: 10%
  • Educação: 10%
  • Saúde: 6%
  • Igualidade racial: 6%
  • Habitação: 5%
  • Cultura: 5%
  • Relações Exteriores: 5%
  • Direitos Humanos: 4%
  • Povos Indígenas: 3%
  • Economia: 2%
  • Segurança Pública: 2%
  • Combate à corrupção: 1%
  • Meio ambiente e mudanças climáticas: 1%
  • Ciência e tecnologia: 1%
  • Nenhuma: 19%
  • Não sabe: 7%
  • Todas: 1%

O Datafolha ouviu 2.004 pessoas entre os dias 12 e 13 de maio. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-00290/2026.

Avaliação negativa recua

A pesquisa divulgada ontem mostra que a avaliação negativa do governo teve um leve recuo em comparação com a divulgação anterior, em abril. Para 39% da população, a gestão é considerada ruim ou péssima — percentual que era de 40% no mês passado. Já a avaliação positiva oscilou para cima, saindo de 29% para 30% na atual publicação.

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