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Prefeitura pesquisa fluxo de veículos na Ferreira Pena, Rua Gastrômica, para interdição de obras hoje

IMMU pesquisa fluidez no trânsito para nova Rua Gastronômica.

A interdição da rua Ferreira Pena, no trecho entre as ruas 10 de Julho e Ramos Ferreira começa nesta quarta-feira (26), para o início das obras da primeira “Rua Gastronômica” de Manaus. Inicialmente prevista para segunda-feira (24), a alteração no cronograma ocorreu devido a ajustes técnicos entre a construtora e as concessionárias de serviços.

Integrante do programa “Nosso Centro”, o projeto da Prefeitura de Manaus prevê transformar cerca de 190 metros de extensão em um boulevard voltado para convivência, turismo e cultura, com fechamento definitivo para veículos ao final dos trabalhos. A entrega do novo espaço está prevista para novembro.

Como fica o trânsito na região

  • Acesso local: Moradores e comerciantes terão tráfego livre para seus imóveis exclusivamente pela rua Monsenhor Coutinho.
  • Orientação na área: Agentes do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) estarão no local para orientar motoristas, organizar o fluxo e indicar rotas alternativas.
  • Monitoramento do fluxo: O IMMU realizou pesquisas de campo no cruzamento das ruas Ferreira Pena e 10 de Julho para avaliar a capacidade da via e adaptar a sinalização, minimizando retenções no entorno durante a execução dos serviços.

A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), iniciou nesta terça-feira (25), uma pesquisa de campo no cruzamento das ruas Ferreira Pena e 10 de Julho, no Centro. A ação visa avaliar o fluxo de veículos na região onde será implantada a primeira “Rua Gastronômica de Manaus”, projeto que prevê a ocupação e restauração de imóveis históricos atualmente desocupados.

Durante o levantamento, servidores do instituto realizaram a contagem do tráfego para prever o impacto viário ao longo das obras. O monitoramento permitirá planejar ajustes na sinalização e rotas alternativas, minimizando transtornos para motoristas que transitam pelas imediações.

De acordo com o gerente do Setor de Estatística do IMMU, Nogueira Sousa, o estudo prévio é fundamental para equilibrar as intervenções urbanísticas e a mobilidade central. “O monitoramento prévio no cruzamento fornece dados sobre a capacidade atual da via. Com essas informações, será possível adaptar o tráfego e evitar retenções durante as obras. Vamos conciliar a revitalização do espaço histórico com a fluidez do trânsito”, destacou.

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