Em nova rodada de negociações intermediada pela Assembleia Legislativa do Estado, os profissionais de educação não aceitaram os 8% oferecidos pelo governo estadual; eles querem um reajuste de 25% e outros benefícios
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Sem acordo com o Governo do Amazonas, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) mantém a greve dos professores por tempo indeterminado e alunos da rede estadual de ensino continuam sem aulas em Manaus e 38 municípios do estado.
A Assembleia Legislativa do Estado (Aleam) vem intermediando as negociações entre representantes dos profissionais de educação e o governo estadual.
Na tarde de ontem (18), em mais uma rodada de negociações na sede do legislativo amazonense em Manaus, representantes do Sinteam e do governo terminaram o encontro sem um acordo que atendesse as reinvindicações da categoria.
Os profissionais da educação reivindicam o pagamento da data-base dos anos 2022 e 2023, o reajuste da defasagem salarial na ordem de 25% e os retroativos dos anos 2020 e 2021 e plano de saúde para os profissionais já aposentados.
Conforme o Sinteam, o governo acenou com um reajuste salarial imediato de 8% e a suspensão do movimento. A proposta foi rejeitada pelos representantes da categoria.
Diante do empasse, foi marcada nova reunião para o próximo dia 25, segundo o Sinteam. “A possibilidade de iniciarmos uma negociação na quinta-feira da semana que vem, com 8%. Isso não é nem a metade do que a categoria já tem de defasagem salarial”, disse a presidente do sindicato, professora Ana Cristina.
Em nota, o Sinteam afirmou que 38 municípios do Amazonas aderiram à greve. Na próxima segunda (22), haverá assembleia do sindicato para apresentar oficialmente à categoria a contraproposta do governo.


