Candidato a deputado federal destaca sua trajetória à frente de Manaus e propõe ampliar políticas de moradia, creche, saúde, qualificação e geração de renda para mulheres que criam seus filhos sozinhas no Amazonas

Ao atender um pedido das mães do bairro Armando Mendes, em Manaus, o candidato a deputado federal Arthur Virgílio Neto, número 1545, ouviu a realidade de mães que criam seus filhos sozinhas e enfrentam diariamente desafios como falta de oportunidades, acesso limitado a serviços públicos e dificuldade para conciliar trabalho e cuidados com a família. O diálogo com as mães reforçou, para Arthur, a necessidade de ampliar políticas públicas voltadas à autonomia e à proteção dessas mulheres.
Ao longo de sua trajetória na vida pública, Arthur acumulou experiências na Prefeitura de Manaus, no Senado Federal, na Câmara dos Deputados e como Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Em Manaus, deixou marcas de uma gestão que apostou em grandes projetos de infraestrutura, habitação e inclusão social, entre eles iniciativas relacionadas ao Prosamim, que transformaram áreas vulneráveis da cidade e levaram moradia e urbanização a milhares de famílias.
É a partir dessa experiência que Arthur pretende projetar novas políticas para o futuro. Entre suas prioridades está a defesa de uma política nacional mais estruturada para as mães que assumem sozinhas a responsabilidade pela criação dos filhos. “Não podemos falar em desenvolvimento do Brasil sem olhar para a mulher que trabalha, cuida dos filhos, administra a casa e, muitas vezes, enfrenta tudo praticamente sozinha. Essa mulher precisa de oportunidade, segurança e condições para construir sua própria autonomia”, afirma Arthur.
Para o candidato, o apoio às mães solo não pode se resumir a medidas emergenciais. É preciso criar uma rede permanente de proteção e oportunidades, envolvendo creches em tempo adequado à jornada de trabalho, acesso à saúde, qualificação profissional, geração de emprego e renda, moradia digna e segurança alimentar.
“Quando uma mãe consegue trabalhar porque tem uma creche para deixar seu filho, quando pode se qualificar, ter sua casa e aumentar sua renda, toda a família muda de vida. É assim que uma política social deixa de ser apenas assistência e passa a ser instrumento de transformação”, destaca.
Arthur defende ainda que cuidar das mães é cuidar diretamente da primeira infância. Para ele, nenhuma criança pode ter seu futuro limitado pela condição econômica ou pela ausência de uma rede de apoio à sua família. A proposta dialoga com uma visão de país que Arthur tem defendido ao longo de sua trajetória: um Brasil que volte a planejar, que invista em pessoas e que tenha coragem para enfrentar problemas históricos com políticas públicas de longo prazo.
“Eu já tive a oportunidade de administrar, de realizar e também de aprender com os desafios. Quero levar essa experiência para o Congresso Nacional. Precisamos de um projeto de país que olhe para as grandes questões, mas que também enxergue a mãe que está dentro de casa lutando todos os dias para dar um futuro melhor aos seus filhos”, afirma.


