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Senador diz ter provas que Moraes fraudou eleições para Lula

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) afirmou, por meio de uma publicação nas redes sociais, que tem provas de que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes teria fraudado as eleições de 2022 em favor de Lula (PT).

No X (antigo Twitter), o parlamentar alegou ter em mãos “documentos que provam claramente que o ministro Alexandre de Moraes manipulou as eleições passadas a fim de facilitar para o Lula e dificultar para o Bolsonaro e todos os influentes de direita”. No pleito de 2022, Lula venceu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo o senador, o documento tem 500 páginas e aponta que o ministro teria violado alguns direitos humanos. No entanto essa documentação não foi apresentada por Marcos do Val. O ministro Alexandre de Moraes não se pronunciou sobre o ocorrido até o momento.

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“Alexandre de Morais manipulou as eleições para presidente, para eleger LULA! Censura nas redes sociais, com um foco especial no período eleitoral brasileiro O Brasil está envolvido em uma ampla repressão à liberdade de expressão liderada por um juiz da Suprema Corte chamado Alexandre de Moraes”, escreve o senador da República.

Ainda de acordo com ele, “Moraes colocou pessoas na prisão sem julgamento por coisas que postaram nas redes sociais. Ele exigiu a remoção de usuários das plataformas de mídia social. E exigiu a censura de postagens específicas, sem dar aos usuários qualquer direito de recurso ou mesmo o direito de ver as provas apresentadas contra eles”, afirmou.

“Agora, os Arquivos do Twitter, divulgados aqui pela primeira vez, revelam que Moraes e o Tribunal Superior Eleitoral que ele controla estavam envolvidos em uma clara tentativa de minar a democracia no Brasil. Eles: •exigiram ilegalmente que o Twitter revelasse detalhes pessoais sobre usuários do Twitter que usaram hashtags que ele não gostou; •exigiram acesso aos dados internos do Twitter, em violação da política do Twitter; •procuraram censurar, unilateralmente, postagens no Twitter de membros efetivos do Congresso Brasileiro; •procuraram transformar as políticas de moderação de conteúdo do Twitter em uma arma contra os apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro”, escreveu do Val no X.

Para do Val, os arquivos mostram as origens da exigência do judiciário brasileiro por poderes de censura abrangente; o uso da censura pelo tribunal para interferência eleitoral antidemocrática.

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